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PS JUS

LGPD

A arquitetura que sustenta o papel do escritório como controlador

Esta página é sobre o sistema contratado — o acervo do escritório, com clientes, processos e documentos. Sobre o que este site faz com dado pessoal (pouco: ele não tem formulário), veja Privacidade.

Papéis

Quem decide o quê

Controlador

O escritório, para os dados dos PRÓPRIOS clientes: decide o que cadastrar, por quanto tempo manter e quem, dentro do escritório, tem acesso.

Operador

A PS JUS, tratando os dados conforme as instruções do escritório, registradas no contrato de prestação de serviços.

A repartição exata — retenção, exportação e o que cada parte responde — vai no contrato de prestação de serviços entre a PS JUS e o escritório, que é documento à parte.

O que a arquitetura garante

Decisões de sistema, não promessas de contrato

As mesmas garantias descritas em Segurança, na ordem em que uma obrigação de proteção de dados costuma perguntar por elas.

O ambiente é do escritório, não uma linha na tabela de outro

Cada escritório roda no próprio endereço, com o próprio banco de dados. Não existe consulta que atravesse de um escritório para outro, porque não existe base compartilhada onde ela pudesse acontecer.

O certificado digital não sai do seu ambiente

O certificado A1 usado para emitir NFS-e fica no ambiente do escritório. O painel comercial da PS JUS não tem onde guardá-lo — a lista de campos que ele aceita é fechada, e o que está fora dela não é gravado, venha de onde vier.

O contrato viaja sem senha e sem processo

O que a PS JUS envia ao seu ambiente é o contrato: plano, limites e módulos. Não vai senha, não vai token em claro e não vai conteúdo jurídico. No sentido contrário, o canal recusa a chamada inteira se subir processo, cliente ou documento.

Suporte entra com autorização, e você vê

Um acesso de suporte é aprovado com motivo registrado, por outra pessoa que não a que pediu. A janela é somente leitura, tem tarja em toda tela, dura pouco, e o escritório a vê e a encerra nas próprias Configurações.

Levar seus dados embora não depende de pedir

A exportação sai do ambiente do escritório e não passa pela PS JUS. O direito de sair com o próprio acervo não pode depender de um botão no painel do fornecedor.

O que isso significa para o titular

O cliente do escritório continua sendo cliente do escritório

A PS JUS não tem relação direta com quem o escritório atende — não vê, não contata e não trata os dados desses titulares fora do que o contrato com o escritório autoriza. Um pedido de titular (acesso, correção, eliminação) é atendido pelo escritório, no próprio ambiente; a exportação de todo o acervo, se precisar, sai de lá sem passar pela PS JUS.

Quer conferir com o seu encarregado ou jurídico?

A demonstração pode ser feita com quem cuida disso no escritório, e o contrato de prestação de serviços detalha os papéis para revisão.